ser palhaça

Por muito tempo eu tive medo de parecer boba por falar algo errado, de não saber como agir e acabar pagando mico. Medo de levar tombo, de rasgar a calça, de escorregar, do salto quebrar, do que poderiam pensar. Pior ainda: medo de fazer papel de palhaça. Bom, isso até experimentar o quanto é libertador assumir que não somos perfeitos.
Vivemos em um mundo onde somos sempre influenciados a chegar em 1° lugar, ser o melhor, "exercitar a excelência". Devemos tirar as melhores notas, ter as respostas certas, agir da forma mais adequada e ser politicamente corretos. Ah, e tudo isso vestindo a roupa da moda, com o cabelo sempre arrumado e sorriso colgate 100% branco.
Aprendemos na teoria que fazer papel de palhaço é ser perdedor. Ser alvo de piadas é ser ridículo. E mostrar o seu ridículo é imperdoável. Aceitar o papel de palhaço é ser o anti-herói.
Mas ainda bem que (quase) tudo que se aprende pode ser desaprendido. E aprendido novamente. Pois a verdade é que errar pode ser até mesmo divertido e fazer um bem danado. Aceitar os seus defeitos pode ser relaxante. Rir de si mesmo igualmente. Isso é filosofia de palhaço aplicada. Do nariz vermelho para a vida.
Vivemos em um mundo onde somos sempre influenciados a chegar em 1° lugar, ser o melhor, "exercitar a excelência". Devemos tirar as melhores notas, ter as respostas certas, agir da forma mais adequada e ser politicamente corretos. Ah, e tudo isso vestindo a roupa da moda, com o cabelo sempre arrumado e sorriso colgate 100% branco.
Aprendemos na teoria que fazer papel de palhaço é ser perdedor. Ser alvo de piadas é ser ridículo. E mostrar o seu ridículo é imperdoável. Aceitar o papel de palhaço é ser o anti-herói.
Mas ainda bem que (quase) tudo que se aprende pode ser desaprendido. E aprendido novamente. Pois a verdade é que errar pode ser até mesmo divertido e fazer um bem danado. Aceitar os seus defeitos pode ser relaxante. Rir de si mesmo igualmente. Isso é filosofia de palhaço aplicada. Do nariz vermelho para a vida.




